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A proposta buscou evidenciar a circulação e a ocupação do edifício, de forma clara, acessível e articulada.
O partido propôs autonomia de funcionamento ao conjunto, interligando cada um dos andares - Biblioteca, Midiateca, Administração e Área Técnica, diretamente ao térreo.
Uma torre nova organiza a circulação vertical, abrindo-se sempre para o andar pleno. O térreo foi projetado como extensão do passeio público. A Área Técnica no subsolo, próxima à rua, facilita a expedição.
A Biblioteca, organizada verticalmente, tem o programa distribuído nos andares regulares. Os andares de acervo e de leitura estão intercalados.
O desenho da fachada foi reformulado como consequência da intervenção arquitetônica e estrutural proposta para o interior da edificação existente. A setorização espacial é evidenciada pela nova fachada, que alterna empenas cegas dos andares que acolhem os acervos, com amplas vitrines que exibem toda a animação da Biblioteca.
O brise progride acima do último pavimento, criando proteção física para o Terraço Jardim, finalizando o edifício de forma leve, desmaterializando-o.


ficha técnica | institucional

local:
São Paulo, SP
Nova Biblioteca Concurso Público Nacional de Arquitetura
projeto:
2013
arquitetura:
Márcia Terazaki
Keila Costa
colaboradores:
Estela Alves
estrutura:
Tunehiro Uono
conforto térmico:
Letícia Neves
acústica:
Marcelo de Godoy
paisagismo:
Luisa Mellis


premiação

| Menção Honrosa |
Nova Biblioteca Concurso Público Nacional de Arquitetura





publicação

concursodeprojeto.org / link